‘Era uma vez uma menina que nasceu de uma família de bons status, bonita e leal. Conheceu seu primeiro amor. Casou, teve filhos. Morreu.’
Não é em vão que uma história como essa tenha um final feliz.
Sem preocupação, sem surpresas, sem fortes emoções, duvidas e dívidas.
É por todos esses motivos, que o final feliz é a morte.
Não é que a vida vem, e muda todas as perguntas. É que realmente não foi dada a resposta certa.
É possível amar, a mesma pessoa, duas vezes. A existência de um político honesto em toda a Brasília. Como uma mãe pôde maltratar e abandonar o filho. E o nosso ensino, onde fica?
Um país, como Brasil, todo dependente a máteria-prima e em agro-negocios, apesar de estar, lentamente ao rumo da industrialização
Existe aquela pergunta no interior de cada um. Não é a mesma, não é tão importante, mas essencial. Saber ou não a resposta…Bem, isso que não sei. Talvez, eu chegue a saber, talvez nunca.
Nem filmes nem músicas nem religião e nem danças conseguiram explicar, exatamente, o que é tão insaciável.
Todo mundo, que eu conheço, está sempre cativar o próximo. Alegra-lo, mima-lo, adora-lo. Mas ninguém nunca tentou cativar-se a si mesmo.
Você nunca conseguirá pensar no próximo, sem estar amigado contigo mesmo.
E você nunca conseguriá se sastifazer-se, sem uma vida em grupo.
Claro que não sou a favor da solidão, e nem do egoísmo. Ajudar o próximo? Deus o abençõe!
Mas não penso que seja capaz se não entrou em um acordo consigo mesmo em relação a qual humor apresenta.
Um vida que seja: Agitada, violenta, musical, intolerante, ocupada, esforçada, calada, diversos. Ainda assim, é uma vida. É significante.
Não é a vida que é um filme, é o filme que copiou a vida.
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