M: “Mas acabou, assim?”
N: “É, não brigavam nunca. Agora que rolou uma vez, ’is over’. “
M: “Mas por que?”
N: “O amor acabou!”
Fiquei pensando seriamente nessa frase de efeito: “O amor acabou”
Ouvimos tanto dizer que nunca se acaba, que apenas dorme. E também que ele entra em nós, como um vírus, e nosso sistema luta para acabar com isso. E acabamos morrendo junto.
Você nunca sabe se é amor de verdade.
Acho que prefiro amor de mentira. É mais pratico, menos medicinal.
Mais radical, mais gentil, mais delicado e harmonioso. Mais lento, até enxe o saco, mais aventureiro. Te custa menos tempo.
Só tem um detalhe: não é verdadeiro.
Quantas vezes um coração pode fazer um download? Quantas vezes ele pode ser quebrado? E quantas vezes ele pode mentir?
Eu, pessoalmente, acredito que pode dormir. Despertar-se ao reencontraste teu grande amor que nunca foi visto. Ou até mesmo aquele que nunca existiu.
O amor realmente acaba? Aqueles que duram anos, os que duram momentos, ou até mesmo uma noite?
Ou é apenas falta do momentos que desejamos repetir? Injustos são aqueles que conseguem. Inveja somos nós os que falharam a isso.
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