segunda-feira, 24 de maio de 2010

No amor tudo passa, tudo acontece.


Sabe quando você não sabe o por que ou como se apaixonou pela pessoa?
Porque era incrível para alguém você dizer que estar gostando de alguém!

Mas aí, você tenta lembrar do ínicio, de tudo no começo. Era tão bom, mágico e genial.
Era quando você pensava que tudo ia dar certo. Nem nada nem ninguém poderia atrapalha-los. Que ele era tudo o que você procurava, e ela tudo que você não esperava.
Ela, simpática, machista, carinhosa, sincera, compreensiva, insistente.
Ele, gentil, corajoso, amável, fiel e leal.
Não existia uma barreira mais forte que suas duas mãos dadas; nada deixava o dia mais triste quando não se viam; o amor entre eles eram racionavelmente cego, não existia lugar mais seguro, para ela, que os braços do teu amado. Eram melhores amigos. Era o clichê que lhes faziam perfeitos.
Ela o amava. Ele a amava.
Mas então, o que aconteceu? O que foi o impedimento de uma relação que acreditavam que nunca poderia acabar? O que poderia ter acontecido para que lhe deixasse o fogo acabar?

Chega um momento que você não se sente mais a vontade com ele.
Ela nunca falou tanto. Ele não liga mais. Ela não tem mais ciúmes. Ele não luta mais por isso. E ela, também não.
Mas os dois choram, no quarto escuro.
Os dois sofrem por uma coisa que não é. Os dois não sabem mais o que um pensa, ou o que sentem.
Chega um momento que toda aquela força se transforma em água.

O final não é tão doce e aliviante quanto pensavámos.
É chato quando alguém que tu amava passa a ser um estranho. Quando todo aquele amor é OBRIGADO a passar a uma misera e instável amizade.
Não há nada pior que sentir, dia a após dia,

a impotência de não conseguir voltar atrás. De fazer tudo de novo, diferente.

 

jv


 

 

 

 

 

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